sábado, 23 de agosto de 2008

Desejo: Imunidade ao tal Amor ~



S
em muitas esperanças, ela olhava. Olhava para eles dois, e não via mais um porque. A resposta ela já sabia, não era tão dificil perceber. Só ela não via, ou insistia em não ver.
Parou para pensar nos coloridos romances de amor, onde sempre os principais saiam felizes. Mas e aqueles que eram largados pelos mocinhos? Seriam eles esquecidos assim, feito os cacos espalhados pelo chão, largados pra lá? Sim, afinal são só os secundários. E os mocinhos seguem sempre felizes, e sem alguma punição por ter feito sofrer outra pessoa. E se olharmos bem de perto, os lindos-dubios romances na TV não são tão diferentes da vida real assim. Temos os mocinhos, e os secundários. E em algum momentos, quaisquer que seja, já fomos um dos dois. Mas ser o secundário dói, e isso ela sentia na pele.


[ pararei por aqui, hora de ir dormir ~ ]

terça-feira, 15 de julho de 2008


Eu olhava pela janela. Olhava e via quão bonito e triste era lá fora. Desse jeito mesmo. Bonito e triste.
As crianças correndo e brincando da velha ciranda, pulando e cantando. Pouh pouh. O Barulho ecoou. Era a trilha daquela cidade, a trilha do medo. A trilha do pavor. Nesse momento todos corriam. E boom! Mais uma criança ao chão caia. A bala perdida que lhe encontrou, já havia encontrado muitos outras vezes. E era triste aquela realidade. E depois todos esqueciam, até que uma nova pessoa caisse. E dessa vez era a de sua família. Daí então a tristeza se fazia. Quando com outros não tinha essa dor. Porque houve isso? - Perguntou o vovô. Mesmo tão novo já fora embora, sua vida roubada se despeja lá fora.

~ E a preguiça em mim reinou.
Essas joças que saem, não podem nem serem chamadas de texto.
Anyways, nao desisto e insisto em escrever.
E boom! Acabou
.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Plin Plon ~


Seus sonhos voltaram a se repetir. Era Fofo, macio...Similar à nuvem, mas tinha gosto. Era um gosto doce, que jamais esqueceria. E ele não se recordava do que era aquilo. Não podia ver, logo não podia tocar, só não queria morrer sem sentir aquele gosto de novo. Só tocava o que já era conhecido. Facas, cadeiras, mesas já não o atrapalhavam mais. Ele tinha aprendido a ver com o toque. E era ao toque que ele se dedicava. Massageava cada parte do corpo das pessoas com sua alma. Era a forma mais próxima de olhar alguém. O toque. Não mais enxergava, não de um jeito formal.
As gotas de chuva que caiam lá fora amenizava sua alma. Ele gostava daquele barulho. E sonhava em um dia poder vê-las bater no chão, fazendo o plin plon, escorrendo e indo embora... ao se despedir naquela bela canção... Plin plon.



~ Fiquei com preguiça de escrever o resto!
Não é nada tão bom.
É só o Plim Plon.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Eu sei do que sou/ o que não sou ~

A música começou a tocar. Foi o momento em que o coração apertou. Toda vez em que estávamos bem, aquele disco arranhado cismava em tocar. E essa mesma música é aquela que me lembra que você - já em outros lençóis - jurava amor para sempre. Nesses momentos nem sei o que dizer, se o arrependimento fugisse, talvez então pudéssemos ter a nossa própria trilha.

A trilha que talvez mudasse o que passou, mas que durante tanto tempo insistiu em ficar. E ainda insiste...


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Poema²


Uma voz ecoava pelo vazio da noite. Não era uma voz suave, ou tão pouco grave. Era uma voz ensudercedora, uma voz entorpecederoda. Daquelas que quem a ouve jamais a esquece. Não de uma forma boa, mas também não de uma forma ruim. Uma voz quase sem fim. Uma voz que deixa mágoas, que quem ouve desmais e quem grita exala um amor sem fim. Com um poema tão complicado assim, nem sei o que resta de mim.


. . .

Bla bla blá ~

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Mais uma peça ~


Cansada de não fazer diferença, de ser sempre assim, só mais uma peça. O jogo começa, protagonizando a Rainha e o Rei. Objetivo: Xeque Mate. Os peões dão sempre o primeiro passo. Andei duas casas e começa o jogo. Somos assim, meros peões. Temos o intuito de proteger. Proteger a estimada e adorada alteza, mesmo que essa não nos reconheça, e somente nos use. O peão da E4;C5 se sacrificou, se jogou à frente para salvar uma peça mais valiosa, o cavalo. Logo será a minha vez. Logo terei que me sacrificar também. Sacrificar-me por uma peça que valha mais que eu, por uma peça que tenha mais importância (...)
~

Sim, este é um dos meus poemas prediletos. Obviamente me inspirei no jogo famoso jogo de xadrez, que apesar de eu não ser nenhum pouco boa eu o adoro. i.i~


sexta-feira, 4 de julho de 2008

Um pouco sobre mim. ~

Realmente, é muito difícil eu conversar com alguém sobre mim, ou até mesmo sobre o que eu sinto. E muitas vezes eu guardo isso e acaba se tornando muito pior futuramente. Quando eu me "abro" com alguém ou é porque preciso muito, no ponto de não aguentar mais ou é porque confio de fato na pessoa [ e acreditem, isso é raro ]. Uma das coisas que mais odeio no mundo é falsidade, talvez porque eu leve ao pé da letra demais o "Ame ao próximo como a ti mesmo" [ o que implica em eu não querer fazer com os outros o que eu NÃO gostaria que fizessem comigo ] ou talvez porque eu tenha sofrido tanto com falsidade e mentiras no passado, que já não saiba mais releva-lás. Independente do que seja, eu sou assim. Uma mentira sequer já é o suficiente para acabar com minha confiança, ainda mais quando a mentira é grande. E acreditem, não é tão legal ser assim. Não só porque as pessoas são suscetíveis aos erros, mas porque eu erro também.
Claro, eu não sou a "Toda certinha" afinal. Mas tento o possível sê-la. Embora eu tenha meus princípios e tento seguí-lo da melhor maneira possível, eu também deslizo por fora deles. E isso me zanga! i.i~



Acho que é só isso! Fui comer pãozinho e acabei me perdendo! xD~
Nham. É só!
Beijos =3

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Um poema perdido dentro de sua solidão ~

An-d or En-d .

Em seu olhar carregava mágoa. Dava pra notar... Era uma daquelas mágoas bem grandes. As lágrimas emitiam um brilho diferente ao escorrer em seu rosto arredondado, brilhava como se fosse seu último brilho, sua última chance de estar ali. Não brilhariam nem mais de alegria... Nem de tristeza... Não brilhariam.
Os cabelos ondulados da menina batiam ao vento, como se dançasse, - Uma dança mórbida, triste... desesperada. - podia notar as mãos contracenando umas à outra, e o leve ranger dos dentes em seus lábios. Lábios carnudos, naturalmente rosados.
Deu um passo. Parecia confusa.

Em seu olhar era notória a dúvida, uma atitude desesperada acabaria logo com aquilo tudo... Com a solidão, com a desesperança...E com as duvidas, todas aquelas duvidas que carregara tanto tempo.

~

A minha intenção com este blogger é postar as coisas da alma e do coração que podem [ ou não ] serem expressas em palavras.
Tenho o costume, como muitos ou alguns sabem de escrever certos poemas.
Normalmente, a maioria deles não são felizes. Mas eu me esforço.

=3 Então desfrutem de muita nostalgia e falação.